Publicado por: masfg | abril 27, 2010

GESTAR II-FORMAÇÃO DE PROFESSORES – DIVERSIDADE CULTURAL

Queridas e Querido!

Nosso curso GESTAR II,  LÍNGUA Portuguesa  é Formação Continuada em Serviço e Semi Presencial fundamentada pelos pressuposto da educação a distancia, que oferece estratégias de estudos individual, visando o fortalecimento a autonomia do estudante. (Guia Geral,  GESTAR II pgs.14,15,16).  Portanto exploramos o texto como ferramenta de transformação, problematização  e elaboração de conceitos.Estamos envolvidos em uma rede de apredizagens permante, com espaço para reflexão, pesquia e discussão de suas práticas e assim vamos discutir o texto “Diversidade Cultural”.

TP1 – Linguagem e Cultura, fala dessa Diversidadel Cultural-Variação Linguìstica. Como você enquanto formador, educador,professor de pensamentos, conhecimentos, almas, vê a educação brasileira partindo do presuposto de que:

No cenário mundial o Brasil representa uma esperança de superação de fronteiras e de construção da relação de confiança na humanidade. Parecemos ser uma nação de múltiplas culturas, etnias e religiões gerando a cultura-exemplo de diversidade e singularidade”  Aqui começaremos nosso fòrum de debates.

A partir dessa concepção de processo de ensino aprendizagem, qual o papel do professor em sala de aula? Comente seus pontos de vista suas ações enquanto educador…

Espero a participação de todos.

Beijo no coração

FORMAÇÃO DE PROFESSORES – DIVERSIDADE CULTURAL

Marcella Balbinotti

Diversidade Cultural Brasileira

Os conhecidos Parâmetros Curriculares Nacionais tratam de um assunto de suma importância – a pluralidade cultural brasileira. Propõem que os brasileiros conheçam o Brasil como um país complexo. Propõem o conhecimento da diversidade étnica e
cultural da sociedade brasileira.
Apesar de ser um assunto importante e bastante significativo para um país como o Brasil, os brasileiros ainda têm dificuldades em absorvê-lo, ainda temos desrespeito, ignorância, discriminação.
Pluralidade Cultural diz respeito à valorização das características culturais de diferentes grupos sociais, diz respeito à desigualdade socioeconômica e faz crítica a qualquer tipo de discriminação. E considerar a diversidade não é negar as características comuns que delimitam uma nação ou negar o ser humano como um ser universal. Admitir a diversidade é o traço fundamental na construção da identidade. Por isso, temos tantas dificuldades em ser brasileiros.
Quando investigamos a diversidade cultural brasileira esbarramos na questão da desigualdade social. É preciso fazer uma distinção. Cultura é fruto de uma ação de um grupo social. Depende da produção histórica e econômica, da organização social, das relações com o meio e com outros grupos. Já desigualdade social é gerada numa relação de exploração onde um grupo domina e explora o outro. Relação humana que gera discriminação, exclusão, preconceito, onde parte da sociedade não tem acesso e parte tem privilégios.
Apesar de toda discriminação, injustiça e preconceito que existe no Brasil, o país tem produzido o que chamamos de brasilidade. A brasilidade é a constituição histórica, aquela mistura cultural que vem promovendo experiências de convívio, inter-relações entre várias etnias e vêm reelaborando as culturas de origem.
No cenário mundial o Brasil representa uma esperança de superação de fronteiras e de construção da relação de confiança na humanidade. Parecemos ser uma nação de múltiplas culturas, etnias e religiões gerando a cultura-exemplo de diversidade e singularidade.
Culturalmente o Brasil é o país da pluralidade. É resultado do processo histórico nacional e mundial, apresenta-se como construção cultural complexa definida e redefinida em seu interior, apresentando características regionais e locais. A composição da população brasileira é heterogênea. Coexistem várias culturas de diferentes grupos étnicos, entrelaçando aspectos, elaborando e reelaborando a identidade nacional.
Falamos em uma sociedade mais democrática, em uma educação voltada para a cidadania, precisamos então optar pela pluralidade, reconhecendo e valorizando a diversidade cultural, combatendo a violência da discriminação.

O papel crucial da escola

Mudar mentalidades, superar o preconceito e combater a discriminação é tarefa da sociedade como um todo. Mas a escola de uma sociedade plural como a brasileira precisa contribuir de modo significativo. A escola deve ensinar os brasileiros a serem brasileiros. O processo educacional deve contribuir desenvolvendo a transformação de atitudes e valores, formando novos comportamentos cotidianos para a superação da discriminação.
Mas trabalhar com diversidade cultural em uma sociedade marcada pela diversidade não é tarefa fácil. Exige ampliação e consciência da escola, do professor e do aluno: “a minha realidade é apenas parte do mundo complexo”. Exige ética, respeito, valorização das diferenças. Não significa aderir aos valores dos outros, mas sim respeita-los enquanto expressão da diversidade humana.
A escola, a sala de aula é um espaço privilegiado para a transformação de atitudes:

1º) A escola é o espaço de encontro entre crianças e adolescentes de origens diferentes, níveis socioeconômicos diferentes, costumes e religiões diferentes;
2º) é o espaço de aprender regras de convívio social;
3º) é o espaço de aprender conhecimentos sistematizados sobre o país e o mundo e, portanto, valorizar a diversidade cultural brasileira.
A criança/adolescente vive com a diversidade e aprende com ela.

Se a instituição educação tem um papel tão importante na transformação social, por que ainda vivemos com medo de assumir nossa brasilidade? Por que ainda presenciamos ações discriminatórias em nosso ambiente de trabalho, em nossas escolas?
Nos períodos autoritários da história brasileira, a escola desempenhou um papel decisivo. Disseminou uma idéia de um Brasil sem diferenças, formado por três “raças” – o índio, o negro e o branco e a mistura deu origem ao brasileiro. Essa idéia neutralizou as diferenças culturais, subordinando muitas vezes uma cultura à outra. A concepção de cultura uniforme depreciou as diversas contribuições que compõem a identidade nacional.
Mas isso nos tempos da ditadura! A escola servia ao Estado, controlava nossas ações, direcionava nossas produções culturais, homogeneizava nossa cultura e “vestia de máscaras” nossa identidade.
Hoje sabemos da riquíssima diversidade sociocultural do Brasil, marcada por centenas de etnias indígenas, por descendentes de povos africanos, por imigrantes e descendentes de povos de vários continentes, com diferentes religiões e tradições culturais. Sabemos que a diversidade marca a nossa vida em sociedade. E por que ainda a escola continua disseminando preconceitos, através de conteúdos muitas vezes pouco significativos, através de metodologias simplistas, privilegiando inconscientemente certas culturas? Por que ainda ficamos em silêncio diante de situações de discriminação de nossos colegas, de nossos alunos? Por que ainda não conseguimos assumir a diversidade brasileira e ensinar nossos alunos a respeitar as diferenças? Estamos a serviço de quem?
A história da escola no Brasil é marcada por processos discriminatórios, hoje principalmente em relação ao desempenho dos alunos: “alunos que têm desempenho baixo são alunos pobres, negros, alunos moradores da favela, filhos de trabalhadores rurais”. Estamos desvalorizando certas camadas da população, ativando o preconceito sobre as suas capacidades e de certa forma, essa baixa expectativa em relação a “alguns” vem justificando o rebaixamento da qualidade do ensino nas escolas públicas e privadas.
Ainda há um longo caminho a percorrer para chegarmos a práticas de respeito e solidariedade para os portadores de deficiências físicas ou mentais, por exemplo. Muitas vezes a ignorância sobre as causas e sobre o encaminhamento educacional leva a prática discriminatória. Existem apenas boas intenções.
Diversidade cultural na escola não é tarefa fácil. Quando lidamos com crianças e adolescentes é preciso voltar a atenção para importantes questões:

– os Direitos Universais da Pessoa Humana,
– a consolidação da democracia no Brasil,
– a valorização de todos os povos que formam a população brasileira e o respeito a todo cidadão.

A escola menos discriminatória, os professores menos preconceituosos e os alunos mais brasileiros, exigem trabalho, estudo e responsabilidade. Cidadania. É preciso buscar instrumentos para introduzir e efetivar a diversidade cultural na escola. O grande desafio da educação atual é estabelecer conexões entre o que se aprende na escola e a vida da população brasileira. Por isso, formar professores no tema pluralidade cultural já é um início importante e um exercício de cidadania.


Responses

  1. A principio, primeiro os professores deveriam receber incentivos e cursos gratuitos para obter um melhor preparo para formar os jovens de amanhã, hoje em dia são poucos professores dispostos a pagar por um curso para melhorar seu desempenho em sala de aula, sabemos qual é a responsabilidade da escola e o seu papel de formador, mas os professores também deveriam ser bem preparados, caso não seja, ficara dificil trabalhar diversidade cultural brasileira, alem de ser um assunto importante, ainda sofre muita discriminação e preconceito pela forma que é ensinada nas escolas e a misturas das raças dificulta o entendimento e o discernimento das pessoas; o certo do errado, sem preconceitos e sem injustiças, porem a lei diz uma coisa e a nossa realidade é outra. Deveríamos ser mais brasileiros, bem preparados, não devemos ter medo de ser brasileiros, devemos honrar nossa pátria, amar, respeitar e principalmente lutar pela igualdade cultural, racial e diversificada existente em nossa região, estado e país. O Brasil é um país de cultura rica, porém pouco utilizada pelos nossos mestres, em nossas escolas, por pura falta de cultura ou interesse de quem trabalha para formar os jovens estudantes e futuros governantes, ou até mesmo incentivo, interesse além de querer preparar melhor nossos jovens. Vem dos professores a formação de todos os profissionais existentes em uma nação, mas somos tidos como RELEVANTES (sem importancia) na formação do doutor, passamos despercebidos, talvez seja por isso que alguns profissionais perca o entusiasmo pelo seu trabalho, vendo que não é valorizado, e quando um jovem doutor recebe uma homenagem, ele não se lembra do seu mestre que lhe ensinou as primeiras palavras, sua primeira leitura, começa aí a DESCULTURA do povo brasileiro, esquecer de valorizar e agradecer aquele que ensinou as primeiras palavras e a primeira leitura, o professor é uma peça muito importante na formação do educando, mas quem sabe no dia em todos mudarem seu pensamento, o povo brasileiro, será mais brasileiro e participativo, presente e teram maior beneficio e louvor em suas lutas e obterá melhor conquistas.

  2. Vania, concordo plenamente com você, incentivos são realmente importantes, no entanto, enquanto os alunos e suas famílias não estiverem certos da importância do conhecimento, nada vai para frente.
    O professor pode ser o melhor possível, mas a maioria dos alunos de hoje não estudam mais. Para eles sala de aula funciona como um clube ou sala de visitas e o professor, como você disse, é relevante.
    O resultado é o que estamos vivenciando…

  3. Helk ,concordo plenamente com você a respeito de que os alunos estão frequentando a escola apenas para conseguir um diploma e não estão preocupados em sua formação como cidadão,quanto aos os incentivos são essenciais para o professor ,mas temos alguns cursos que são oferecidos gratuitamente aos professores e alunos.

  4. Daniella ,concordo com você a escola é nada mais que receber um diploma , um papel apenas ,mas o conhecimento nâo importam para os alunos .Nós eduacdores temos que formar cidadaos para a vida .O incentivo ter que ter e precisa para os professores e alunos .

  5. Concordamos plenamente com vocês, a base do aluno não é a escola, é a família. Quando houver participação efetiva e interesse dos pais em relação ao aprendizado do aluno, a educação deslanchará, pois a criança se sentirá protegida e motivada para aprender e ter compromisso com a escola, o que com certeza influenciará no comportamento do professor, que procurará cada vez mais se aperfeiçoar e adquirir mais conhecimentos.

  6. A função de um professor não é simplesmente ensinar um determinado conteúdo, é participar ativamente da vida de seu aluno, mostrando as essências primordiais de um cidadão apto a viver com dignidade e exercer seu papel de critico e humanitário na sociedade.O professor aravés de sua percepção de educador deve ter a habilidade de captar as necessidades, muitas vezes sofridas desse aluno, que faz parte de seu dia-a-dia.Devemos ter compromisso e sempre estarmos nos aperfeiçoando para sermos um profissional digno de ser chamado EDUCADOR!

  7. O papel do professor na sala de aula é de tarefa profissional e de eficácia intencionalmente. porque somos profissionais do ensino, nossa tarefa é ajudar os alunos em seu aprendizado; buscamos seu êxito e não seu fracasso, e a qualidade de nossa relação com os alunos pode ser determinante para conseguir nosso objetivo profissional, mesmo com tantos obstáculos encontrados em nosso caminho.
    A relação com os alunos é uma relação profissional que deve potencializar seu aprendizado integral (não só dos conteúdos que explicamos), e isso deve nos interessar pelo menos tanto quanto interessa ao vendedor não só não espantar seus clientes, mas até fazer com que comprem e levem mais do que tinham a intenção de comprar.
    Precisamos nos aperfeiçoar cada vez mais para que possamos entender os momentos que passamos na sala de aula de uma maneira dinâmica e eficaz.

  8. Acredito que a citação abaixo seja oportuna.

    “Para a maioria das pessoas “educar” é uma obrigação exclusiva das escolas e de seus respectivos profissionais, se esquecendo que Educar é uma função de todos, tanto dos pais quanto dos educadores.”

    “A educação é função de todos… nosso aprendizado depende não só da escola, mas também de nossos familiares e das pessoas que convivemos, seja na escola, em casa ou no trabalho. A educação é algo que cabe em qualquer lugar.”
    (Marco Aurélio da Silva – Equipe Brasil Escola)

  9. Liberdade para mim é viver livre.

  10. pra mim liberdade e ser livre e fazer coisas que você quiser cumprir as regras das formas corretas
    regras e um direito de todos devemos cumprir todas as regras,
    POEMA SOBRE A INDEPENDÊNCIA DO BRASIL:
    A independência e um dos fatos mais inportantes
    de nossas vidas por isso devemos ser muito independentes
    beijos professora magna
    POOR: Dayana Lima

  11. Tiradentes foi executado pela coroa portuguesa,por dar liberdade para nosso pais

  12. Roteiro para Pesquisa na Internet

    Pesquise no google(www.google.com) sobre a independencia do Brasil e conteste as perguntas abaixo.
    Quais os fatores, citados no texto,(que você pesquisou no google) que influenciaram no processo da independência do Brasil?
    Inspiração nos ideais iluministas da Revolução Francesa, Revolução Industrial e Independência dos Estados Unidos, a crise do sistema colonial, quando viu-se a necessidade de substituir o monopólio comercial por livre concorrência e o choque entre a Revolução Industrial e a Revolução Francesa, deixando império colonial espanhol na América dividido, em termos administrativos, em quatro vice-reinados e quatro capitanias gerais.

    Entre en http://www.manistation.com/neurotoys/eliza.php3portugues:Robô que conversa.
    Relate parte da conversa que você teve com o Robô Eliza.
    Quem foi Pedro Américo? ( http://www.google.com)
    Américo, Pedro (1843-1905), pintor, desenhista e escritor brasileiro. Pedro Américo de Figueiredo e Melo nasceu no estado da Paraíba e faleceu em Florença (Itália). Iniciou sua vida artística aos 11 anos de idade, contratado para trabalhar como desenhista pelo naturalista francês Louis Jacques, que viajou pelo sertão brasileiro, desenhando e documentando a fauna e a flora locais.

    Diulene
    Pedro Henrique da Silva Alves
    Gabriela R.

  13. – Ao ler o texto o que se entende de sete de setembro?
    – Como o texto relaciona a obra de Pedro Américo,”O Grito Do Ipiranga” e a independência do Brasil?
    – É correto afirmar que o processo de independência do Brasil beneficiou a todos os brasileiros? Apresente uma justificativa retirada do texto que justifique a resposta do grupo.
    Roteiro para Pesquisa na Internet
    Pesquise no google(www.google.com) sobre a independecia do Brasil e conteste as perguntas abaixo.
    Quais os fatores, citados no texto,(que você pesquisou no google) que influenciaram no processo da independência do Brasil?
    Entre en http://www.manistation.com/neurotoys/eliza.php3portugues:Robô que conversa.
    Relate parte da conversa que você teve com o Robô Eliza.
    Quem foi Pedro Américo? ( http://www.google.com)
    Vocabulário
    Quais os significados das palabras grifadas na estrofe do Hino da Independência? (www.google.com/dicionario onlaine)
    Os grilhões que nos forjava
    Da perfídia astuto ardil…
    Houve mão mais poderosa:
    Zombou deles o Brasil.
    Beijo no coração
    9 comentários
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    RESPOSTAS

    Independência do Brasil (1822)
    – com o apoio da elite, D.Pedro declara o Brasil independente( 7 DE SETEMBRO DE 1822)
    – Poucas mudanças após a Independência: permanece a escravidão / monarquia / povo não participou
    – apoio da Inglaterra
    Primeira Constituição do Brasil: A Constituição da Mandioca (1824)
    – voto censitário (por rendas)
    – poder Moderador do Imperador (absolutista)
    2) A independência do Brasil, enquanto processo histórico, desenhou-se muito tempo antes do príncipe regente Dom Pedro I proclamar o fim dos nossos laços coloniais às margens do rio Ipiranga. De fato, para entendermos como o Brasil se tornou uma nação independente, devemos perceber como as transformações políticas, econômicas e sociais inauguradas com a chegada da família da Corte Lusitana ao país abriram espaço para a possibilidade da independência.

    3) A Independência do Brasil é um dos fatos históricos mais importantes de nosso país, pois marca o fim do domínio português e a conquista da autonomia política. Muitas tentativas anteriores ocorreram e muitas pessoas morreram na luta por este ideal. Podemos citar o caso mais conhecido: Tiradentes. Foi executado pela coroa portuguesa por defender a liberdade de nosso país, durante o processo da Inconfidência Mineira.
    A independência do Brasil, enquanto processo histórico, desenhou-se muito tempo antes do príncipe regente Dom Pedro I proclamar o fim dos nossos laços coloniais às margens do rio Ipiranga. De fato, para entendermos como o Brasil se tornou uma nação independente, devemos perceber como as transformações políticas, econômicas e sociais inauguradas com a chegada da família da Corte Lusitana ao país abriram espaço para a possibilidade da independência.
    4)A chegada da Família Real Portuguesa ao Brasil foi episódio de grande importância para que possamos iniciar as justificativas da nossa independência. Ao pisar em solo brasileiro, Dom João VI tratou de cumprir os acordos firmados com a Inglaterra, que se comprometera em defender Portugal das tropas de Napoleão e escoltar a Corte Portuguesa ao litoral brasileiro. Por isso, mesmo antes de chegar à capital da colônia, o rei português realizou a abertura dos portos brasileiros às demais nações do mundo.
    Do ponto de vista econômico, essa medida pode ser vista como um primeiro “grito de independência”, onde a colônia brasileira não mais estaria atrelada ao monopólio comercial imposto pelo antigo pacto colonial. Com tal medida, os grandes produtores agrícolas e comerciantes nacionais puderam avolumar os seus negócios e viver um tempo de prosperidade material nunca antes experimentado em toda história colonial. A liberdade já era sentida no bolso de nossas elites.
    5 )nPara fora do campo da economia, podemos salientar como a reforma urbanística feita por Dom João VI promoveu um embelezamento do Rio de Janeiro até então nunca antes vivida na capital da colônia, que deixou de ser uma simples zona de exploração para ser elevada à categoria de Reino Unido de Portugal e Algarves. Se a medida prestigiou os novos súditos tupiniquins, logo despertou a insatisfação dos portugueses que foram deixados à mercê da administração de Lorde Protetor do exército inglês.


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