O Ensino de Español no Espaço Digital:BLOG como recurso pedagógico e interação. 

 A inclusão digital esta diretamente ligada á falta de oportunidades e conhecimentos  de ferramentas para o ensino da língua estrangeira hoje com a WEB 2.0, (INTERNET OU REDE MUNDIAL DE COMPUTADORES) proporciona esses benefícios e, promove a inclusão digital, apesar dos riscos da globalização, estimula o desenvolvimento cultural e demográfico em outros espaços, além dos presenciais, dentre os quais se encontra o ciberespaço(Internet,WEB, Blogs). Tanto em ambientes formais de ensino aprendizagem, bem como na produção de conhecimentos da cultura estendida á língua estudada, no caso aqui a española na sua dimensão politica, social, cidadã e espiritual.

O atual contexto educacional  exige  mudanças pedagógicas, exige-se do professor o domínio de adaptar  à sua prática pedagógica ao dispositivo das mídias, permitindo configurar novas maneiras  para sua clientela utilizar e ampliar suas possibilidades de expressão, bem como atuar para  captar o mundo e com ele interagir.

 No desenvolvimento dos processos de ensino, contamos com novas ferramentas da  interação midiática. Diferentes pesquisadores têm se preocupado em investigar e analisar e pesquisar no âmbito educacional e como material  pedagógico, temos o BLOG como recurso educacional.

O Blog é uma ferramenta colaborativa onde pessoas trocam informações e conhecimentos cooperativamente. Pode ser utilizado como um laboratório de escrita virtual onde todos os membros possam agir, interagir e trocar experiências sobre assuntos de mesmo interesse. Quanto a funcionalidade, o blog diferencia-se de outras ferramentas síncronas e assíncronas como chat, fórum, listas de discussão ente outras, pela possibilidade de interação, acesso e atualização das informações através de comentários e posts.

Segundo Ganhão (2004), o Blog é uma abreviatura simpática que os internautas criaram para o termo inglês “weblog”. Trata-se de uma página web atualizada freqüentemente, composta por pequenos parágrafos apresentados de forma cronológica. É como uma página de notícias ou um jornal que segue uma linha de tempo com um fato após o outro. O conteúdo e tema dos blogs abrangem uma infinidade de assuntos que vão desde diários, notícias até assuntos relacionadas a Educação. É um laboratório de escrita criativa e colaborativa on-line cujo objetivo principal é oferecer a comunidade de leitores e escritores trocar experiências e saberes através da interação dos diversos participantes.

Assim, professores e alunos tornam-se parceiros de aprendizagem, um interagindo com o outro, revendo e construindo aprendizagens juntos. O blog registra de forma dinâmica todo o processo de construção de novos saberes substituindo o antigo paradigma linear onde professor ensino e aluno aprende sem nenhuma interação. O professor é o mediador de todo o processo levando o aluno a alcançar a autonomia necessária para aquisição de aprendizagens significativas.

Referências Bbibliográficas

http://www.fpce.ul.pt/pessoal/ulfpcost/te3aula2003/blog/ – Acesso em Outubro de 2011. GUTIERREZ,Suzana. Zaptlogs.

http://paginas.terra.com.br/educacao/Gutierrez/blogs/zapt/ – Acesso em Outubro de 2011.

www.blogger.com – Acesso em Outubro de 2011

https://docs.google.com/viewer?url=http%3A%2F%2Fpenta3.ufrgs.br%2FPEAD%2FSemana01%2Fb. Acessado em Outubro de 2011.

http://professordigital.wordpress.com/2009/09/18/e-agora-mestre-giz/

Acessado em Outubro de 2011.

CONTEXTUALIZANDO E INTERAGINDO.

Reflita sobre o texto “Mestre Giz”.

Você enquanto futuro professor como poderia ser sua atuação docente frente as mudanças emergenciais e inovadoras frente o cenario educaional ? Argumente.

Pesquise no google  conforme a folha xerocopiada distribuida no mini curso e faça suas ponderações no BLOG.

 Gracias po tu participación en el mini curso.

Um beso en tu corazón

Profa. Ms. Magna Aspásia Fontenelle

S.R.E.Programa de intervenção pedagógico-PIP-II/CBC

FEP_ Formação Ética do Profeessor- UFTM.

Publicado por: masfg | outubro 9, 2011

PIP-II- FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES/SRE-UBERABA-MG

Estimados Companheiros do PIP-II

O Programa de Intervenção Pedagógico-PIP-II, tem como objetivo a intervenção pedagógica nas séries finais do Ensino Fundamental enfocando as disciplinas de Língua Portuguesa Brasileira e Educação Matemática, voltadas para a Formação Continuada dos Professores, focada nos diagnósticos educacionais, analise de dados e estratégias de aprendizagens para otimização Ensino Aprendizagem dos discentes.

Conversaremos sobre a Formação Continuada de Professores tendo com base o texto de Garrido Pimenta.

REFLEXÕES SOBRE A FORMAÇÃO, OS SABERES E AS PRÁTICAS DOS PROFESSORES NO CONTEXTO EDUCACIONAL DO SÉCULO XXI

 ”Há momentos na vida em que a questão de saber se alguém pode pensar de um modo diferente de como pensa e sentir de um modo diferente de como sente é indispensável para continuar observando e refletindo”.  Michel Foucault

Nas últimas décadas, a ideia da formação e dos saberes  docentes tem passado por mudanças influenciadas pelas transformações ocorridas nos vários setores da sociedade, como, os tecnológicos, os econômicos, os políticos e os sociais, e ainda pela desvalorização da profissão e da perda da autoridade intelectual, pedagógica e moral do professor promovida tanto dentro do próprio sistema educacional hoje existente, como também dentro de outras esferas da sociedade.

Considerando-se que tais transformações afetam diretamente a sociedade, a educação e a escola propriamente dita, há uma necessidade dos conceitos de formação do professor, dos saberes e das práticas docentes serem retraduzidos, repensados e problematizados para o estudo e reflexão. Assim, propomos neste trabalho, uma breve explanação acerca da formação dos professores e das práticas e saberes que se fazem necessário aos docentes na atual sociedade, já que os processos formativos devem considerar as situações de ensino, as novas competências e os novos saberes que o ofício profissional docente requer neste milênio.

Selma Garrido Pimenta (1999), no livro Saberes Pedagógicos e atividade docente, aponta a necessidade de repensar a formação do professor diante do papel que hoje é posto a esse profissional.

E, então, para que formar professores? Contrapondo-me a essa corrente de desvalorização profissional do professor e às concepções que o consideram como simples técnico reprodutor de conhecimentos e/ou monitor de programas, entendendo que na sociedade contemporânea cada vez mais se torna necessário o seu trabalho enquanto mediação nos processos constitutivos da cidadania dos alunos, para o que concorre a superação do fracasso e das desigualdades escolares. O que, me parece, impõe a necessidade de repensar a formação dos professores. (PIMENTA, 1999, P. 15)

Sabemos que os últimos anos oportunizou o acesso a escola pública, não veio acompanhada de medidas e ações que garantissem a melhoria na qualidade do ensino, uma vez que a maioria das escolas ainda mantém a mesma estrutura organizacional tradicional, o que propicia aos professores uma prática condicionada, a qual impede que os mesmos se manifestem como sujeitos sociais e profissionais. Além disso, são delegadas à escola novas atribuições, diante das quais os professores desenvolvem o seu trabalho e suas práticas pedagógicas, sendo a partir dessas perspectivas, cobrados e criticados pela sociedade.  (LEITE, U. Y. F.; DI GIORGI, C. A. G.; loc. Cit)

A atual sociedade está exigindo, cada vez mais, uma escola comprometida com mudanças e transformações sociais. Temos nessa sociedade uma educação que requer como essência no seu desenvolvimento uma linguagem múltipla, eficiente, capaz de abarcar a diversidade e, compreender os desafios que fazem parte do tecido da formação profissional do professor.

É necessário assegurar uma formação de professores que possibilite ao profissional docente saber lidar com o processo formativo dos alunos em suas várias dimensões: cognitiva, psicológica, afetiva, ética e dos valores universais. Para tanto, o processo formativo docente deverá estar vinculado a uma formação contínua que propicie o avanço a outras formas de trabalho, que busque estimular o trabalho coletivo e interdisciplinar, imprescindível para o desenvolvimento da capacidade de romper com a fragmentação das disciplinas específicas. Exige ainda uma formação que promova a participação ativa do professor no projeto político pedagógico da escola, na solidariedade com os colegas e com os alunos, no compromisso com a emancipação de nosso povo. (LEITE, U.Y. F.; DI GIORGI, C. A. G.; RODRIGUES, S. A., 2005). Veja o texto completo em: http://www.webartigos.com/artigos/reflexoes-sobre-a-formacao-os-saberes-e-as-praticas-dos-professores-no-contexto-educacional-do-seculo-xxi/23166/. Acessado em 9/10/2011

Contextualizando

Ao ler o texto de Garrido, o que te levou a reflexão enquanto  Professor Formador, Analista do PIP-II, como vê a escola nesta atual cenário? Esta cumprindo seu papel enquanto formadora?

Os profissionais da Educação estão inseridos nesse processo? De que maneira? quais as ações efetuadas; Dê exemplos.

Um abraço

Prof Ms. Magna Aspásia Fontenele

Analista Educaciona – SRE-Uberaba-MG-Brasil

Olá queridas e queridos!

Conversaremos sobre ” Filosofia de Cordel“, aqueles  livretos  feitos por repentistas nordestino, onde relatam aconteciementos  reais em versos rimáticos, são meios de comunicação, diversão e propagação de conhecimento para seus autores e seus leitores, mas também são importantes registros e fontes de pesquisa que revelam olhares diversos sobre a população e a cultura popular.

A literatura de Cordel, engloba comportamentos éticos, morais, temporais, reflexões, humor, cidadania, preconceito linguístico, regionalismo.

Literatura de cordel é um tipo de poema popular, originalmente oral, e depois impressa em folhetos rústicos ou outra qualidade de papel, expostos para venda pendurados em cordas ou cordéis, o que deu origem ao nome originado em Portugal, que tinha a tradição de pendurar folhetos em barbantes. No Nordeste do Brasil, o nome foi herdado (embora o povo chame esta manifestação de folheto), mas a tradição do barbante não perpetuou. Ou seja, o folheto brasileiro poderia ou não estar exposto em barbantes. São escritos em forma rimada e alguns poemas são ilustrados comxilogravuras, o mesmo estilo de gravura usado nas capas. As estrofes mais comuns são as de dez, oito ou seis versos. Os autores, ou cordelistas, recitam esses versos de forma melodiosa e cadenciada, acompanhados de viola, como também fazem leituras ou declamações muito empolgadas e animadas para conquistar os possíveis compradores.

CORDEL


Relendo – O banquete

Reeleitura em Cordel

de Maria das Dores da Silva

Eu vim dissertar aqui
Com a alma e o coração
O que achei interessante
No diálogo de Platão
Que pra falar de amor
Usou de tanto macete
Através dos convidados
Que estavam no “Banquete

Na verdade “O Banquete”
De banquete pouco tinha
Era mesmo uma festa
Regada a muito vinho
E por estarem de ressaca
Os convidados decentes
Resolveram então fazer
Uma coisa diferente

Não quiseram nem beber
Como era de costume
Foram louvar o amor
Em claro e alto volume
Então o retórico FEDRO
Sendo o primeiro a falar
Prestou homenagem a EROS
Não cansou de elogiar

Disse FEDRO que o deus EROS
Faz o homem ser virtuoso
Envergonhar-se do mal
Ser devoto e corajoso
Que os nascidos do amor
São divinos em desmedida
E serão os mais felizes
Nesta e na outra vida

PAUSÂNIAS recriminou
De FEDRO o discurso feito
Achou que há mais de um EROS
E para falar direito
Teria que dividir
Em duas partes por igual
Homenagear a alma
E o aspecto sexual

Falou que ao primeiro EROS
Devemos render tributo
Por inúmeras qualidades
E o bem absoluto
Já para o segundo EROS
Por ser apenas corporal
Representa sofrimento
Está mais próximo do mal

Chegou doutor ERIXÍMACO
E a palavra tomou
Concordando com PAUSÂNIAS
A respeito do amor
Acrescentou que o deus EROS
Tem grandes e vastos poderes
Não se limita aos homens
Abrange todos os seres

Disse que o grande EROS
É dos contrários à harmonia
Que essa atração oposta
Entre as coisas de valia
Une o corpo e a alma
O úmido ao seco da terra
Paz entre homens e deuses
E felicidade eterna

Chegando a vez de ARISTÓFANES
Falar do deus do amor
Ele não fez elogios
Tão pouco cantou louvor
O que ele falou de EROS
E o porquê de amar
Viera bem do princípio
Do homem o originar

Eram três tipos de humanos
Homem-duplo Mulher-dupla
Também o homem- mulher
Que existiam sem culpa
Por se sentirem completos
Quiseram subir aos céus
E por tanto atrevimento
Foram punidos por ZEUS

ZEUS com sua fúria insana
Ao meio os homens cortou
E é assim que se explica
As histórias de amor
Essa busca alucinante
Atrás da felicidade
Que chega quando se encontra
A nossa outra metade

AGATÃO o anfitrião
Era um poeta astuto
Atribuiu ao deus EROS
Uma porção de atributos
Era o mais belo o mais jovem
O mais perfeito da história
Inspiração e beleza
Dos deuses e homens a glória

É chegada a vez de SÓCRATES
A fala mais esperada
Quis se ausentar do discurso
de uma forma elaborada
Mas os convidados todos
Insistiram bravamente
E o caro colega SÓCRATES
Começou bem paciente

Falou que sobre o amor
Não iria elogiar
Ia usar outro método
Para de EROS falar
E se os presentes da festa
Tivessem grande paciência
Ia tratar da verdade
Buscar de EROS a essência

Ele começou falar
De como EROS nasceu
Filho de PÊNIA a pobreza
Herdou um aspecto seu
A carência e o desejo
“Tá” sempre algo a querer
Seu pai é POROS a riqueza
Dele herdou como fazer
Pra conseguir o que quer
Nem que seja pra perder

Que EROS por ser carente
Quer achar a plenitude
Pra se sentir saciado
Todo cheio de virtude
E pra se sentir completo
Disse assim bem amiúde
Que essa ânsia e ausência
Que invade o coração
É o amor pleno que é
Desejo de perfeição

E o que é perfeição?
Integridade harmonia
A forma plena perfeita
Sem defeito ou avaria
Então a necessidade
Dessa busca incessante
Nos corpos entre a natureza
É porque o amor é
Um desejo de beleza

E onde está a beleza?
Nos corpos que geram filhos
Nas coisas materiais
Imperfeitas ou com brilho?
Na alma no intelecto,
O belo, o uno, o real?
“Cadê” a felicidade?
Será somente aparência?
Ou a verdade do amor
É encontrar sua essência?

Então a ideia do amor é
Desejo das formas belas
E ser idêntico a si mesmo
Pleno, cônscio, sem balela
Sendo o amor intelectual
A busca do inteligível
O desejo de conhecer
O amor à sabedoria
Esse amor pelo saber
É a própria FILOSOFIA

Ao terminar seu discurso
Foi Sócrates elogiado
Pelos presentes e por um
Que chegou embriagado
O bêbado era ALCIBÍADES
Rapaz bonito educado
Que não quis falar de EROS
Alegou estar cansado
Preferiu fazer pra SÓCRATES
Um discurso apaixonado

E foi assim que entendi
Essa obra de PLATÃO
Que o amor nada mais é
Que a busca da perfeição
Que o amor estabelece
Relações entre as pessoas
Que o amor é a verdade
Que o ser perfeito consome
Que é chamado amizade
Esse amor que une os homens

Peço desculpas se não
Consegui passar direito
A história desse deus
Que faz o SER ser perfeito
É porque aprendo aos poucos
E ainda faltam mais anos
Prometo que com o tempo
Buscando a sabedoria
Vou dissertar com mais força
O amor à FILOSOFIA.


Contextualizando:

1-O que é literatura de cordel?

2-Quando surgiu? Relacione o ano ao movimento filosofico.

3-Literatura de Cordel é característica de qual região do Brasil?

4- Nos versos 3 linha-5, fala de um grande  vultos filosófico,  quem foi ele e quais são suas  obras? Qual o tipo de litertura publicava? Pesquise sua biografia. Cite uma frase, pensamento deste autor.

5-Quem foi EROS?

6-Qual o autor de  o “Banquete” versão original. pesquise sua breve biografia.

7-Qual função social da Literatura de Cordel? 

8-Ao ler o poema de Cordel o “Banquete”, relate com suas palavras o que você entendeu e, crie seu “Cordel” sobre o seu banquete. Lembrando que o seu banquete é real e relacionado com seu cotidiano.

Sites para consultas:

Fonte:http://www.pucrs.br/mj/poema-cordel-111.php acesssado em junho de 2011

http://www.infoescola.com/literatura/literatura-de-cordel/

http://www.ablc.com.br/projetos/ciencia/ciencia.htm

http://www.dec.ufcg.edu.br/biografias/MGEros00.html

http://www.mundodosfilosofos.com.br/platao.htm

   

Olá, queridas e queridos!

Vamos conversar virtualmente sobre Comportamentos, englobando “Ètica, Moral e Cidadania”.

ÉTICA, MORAL E CIDADANIA ATRAVÉS DAS PRÁTICAS DE EDUCAÇÃO
Rose Irene Souza Neves   (artigo publicado em 01/01/2007)

Quando falamos de educação, invariavelmente suscitamos conceitos que contemplam um estado ou sentido de “formação”. E a viga mestra dessa “formação” compreende o apreender sobre o “quê”, o “como” e o “por quê” de todas as coisas. Mas isso não acontece, na maioria das vezes, de uma forma permeável, lúdica, interativa, questionável, construtiva, e sim, de uma forma pré-definida, laqueada por vernizes morais.

Cada cultura define a moral que a conforma e sustenta, e a educação traz em seu bojo essa conformação. Apesar de termos exceções, no sentido de que nem todas as vertentes educacionais se conformam aos métodos tradicionais, ditados pelo poder hegemônico – que busca preservar a submissão e a baixa capacidade crítica de seus “aprendizes”-, em muitos casos, “formação” acaba sendo sinônimo de instrução, ou seja, um rol de informações sobre como os “fazeres” se sucedem ou se sucederam na história, na visão de determinadas pessoas, e sobre como dominar e/ou administrar determinadas técnicas para alcançar determinados fins.

Percebe-se historicamente que o conhecimento é inquietante. A dádiva da paz vem pela ignorância, a paz conquistada vem pelo conhecimento do Ser sobre si mesmo, sobre suas capacidades e limitações, sobre sua natureza e razão de ser no mundo. E a educação formal não dá conta disso. A educação formal, limitada e embasada em restrições morais e formalidades extrínsicas ao Ser, não permite a expansão do espírito, não se permite transcender.

E se a educação com fundamentação moral é frágil para abarcar o conteúdo do Ser, qual a opção, então? A ética… a ética abre todos os caminhos possíveis para a expansão do Ser Humano no seu poder criativo. A ética permite o momento do “ser consigo”, do refletir e do refletir-se no outro. E é a única forma conceitual de “ser no outro”, de amar além das fronteiras do estabelecido em regras morais. Ela permite “ser por inteiro”, sem preconceitos, sem leis que restrinjam o curso da vida. A ética permite a lei do bem, a lei do amor profundo, do respeito eterno e verdadeiro pelo Ser do outro.

Quando a educação tiver como base a liberdade de ser do Ser, quando cada indivíduo crescer sabendo e sendo construído como um “Ser”, as profissões serão preenchidas pelos talentos naturais, não por pessoas que precisam “dar certo”… Todas as profissões ou atividades exercidas terão “valor”, porque elas têm a ver com a essência do Ser, e isso é muito importante em termos de energia vital. Ninguém deveria praticar um ofício que não lhe desse prazer, alegria, satisfação, completude… , pois a energia que gira em torno das pessoas e de seus “trabalhos” tem a ver com o grau de felicidade que elas trazem dentro de si.

E o que o Ser realizado e pleno tem a ver com o conceito de cidadania? E o que todos esses conceitos têm a ver com a vida de cada um? Penso que, muito menos que respostas, precisamos de perguntas que nos provoquem a reflexão…

Responda de acordo com o texto e também com  teus conhecimentos linguísticos e vivenciais.

1-O Ser realizado e pleno tem a ver com o conceito de cidadania? 

2-E o que todos esses conceitos têm a ver com a vida de cada um?

3- O que é ética?

4-O que é moral?

5-O que é cidadania?

Pesquisem nos seus quardados, livros, cadernos etc.

Abraço de Luz.

Publicado por: masfg | abril 18, 2011

A los alumnos de la Escuela Paulo Jose Derenussonn

Estimados Alumnos.

Hoy hablaremos de la PASCUA CRISTIANA

La Pascua Cristiana

Origen y significado

La Pascua es una fiesta del calendario litúrgico cristiano. Celebra la Resurrección de Jesús.

El cirio pascual simboliza la luz de Cristo resucitado que vence las tinieblas de la muerte y el mal. La Pascua de Resurrección es la celebración cristiana que conmemora la resurrección de Jesucristo.La fecha de celebración varía entre el 22 de marzo y el 25 de abril, ya que tiene lugar el domingo siguiente a la primera luna llena de primavera del hemisferio norte. Existe una fórmula que permite el cálculo de la fecha de Pascua, un cómputo realizado originalmente por la Iglesia alejandrina y que posteriormente fue adoptado por toda Europa. Sin embargo, debido a que siglos después surgió la diferencia de calendarios usados por la Iglesia católica(calendario gregoriano) y las iglesias orientales (calendario juliano), la fecha de Pascua varía para cada Iglesia, y solo en algunas ocasiones logran coincidir, tal y como se aprecia en la tabla. Los primeros cristianos —que eran judíos— celebraban la Pascua de Resurrección a la par cronológica que la Pascua judía. Pero desde el Primer Concilio de Nicea (en el 325) los cristianos separaron la celebración de la Pascua judía de la cristiana, quitándole los elementos hebreos. Pero dejaron el carácter móvil de la fiesta recordando que Cristo resucitó en la Pascua hebrea. Hoy día la Iglesia católica mantiene el carácter móvil de la fecha de Pascua.

Esta fiesta determina el calendario móvil de otras fiestas: así la Ascensión (el ascenso de Jesús al cielo) se celebra 40 días después de Pascua, y Pentecostés 10 días después de la Ascensión. La semana anterior a la Pascua de Resurrección es la Semana Santa, que comienza con el Domingo de Ramos (que conmemora la entrada triunfal de Jesús en Jerusalén). La Octava de Pascua (popularmente conocida como «semana de Pascua») es la semana que sucede a este Domingo de Pascua (o Domingo de Resurrección). El tiempo pascual o tiempo de Pascua designa, en la liturgia católica, las semanas que van desde el Domingo de Resurrección hasta el de Pentecostés

A veces, el nombre Pascua se ha extendido a otras celebraciones cristianas, como Navidad (el nacimiento de Jesús) o Pentecostés (la venida del Espíritu Santo). Por ejemplo en Chile, el término Pascua se aplica coloquialmente a la Navidad, mientras que a la Pascua se le llama «Pascua de Resurrección».

La liturgia católica tradicional considera cuatro días del año como Pascua.

Contextualizando

¿Lo que la PASCUA representa para ustedes?

¿Cuales son los simbolos de la PASCUA?

Busque en el google una frase sobre la PASCUA y analícela.¿lo que ustedes han entendido de la frase? ¿Tiene artículos, pronombres personales?¿ Cuales? Escriba los.

DESEO A TODOS UNA FELICES  PASCUAS.

QUE EL NIÑO DIOS LES  BENDIGA.

les mando un saludo




 

! Hola queridas y queridos!

Escuchas el cuento de la Caperucita Roja

 

Escribes y traduzca las  palabras que has entendido  del cuento “Caperuzita Roja”.

Ejemplos:  Caperucita Roja- Chapeuzinho Vermelho.

Buenos Días-  Bom Dia.

Les mando un saludo.

Publicado por: masfg | março 5, 2011

LA HISTORIA DEL DÍA DE LAS MUJERES

Día internacional de la mujer: 8 de marzo
Historia
En este día tan importante para todas las mujeres del mundo, se conmemoran los esfuerzos realizados por todas por alcanzar la igualdad y la justicia. En todos los países se organizan festejos en esta fecha para que la sociedad tome conciencia sobre los derechos que les corresponden a todos los seres humanos por igual, a hombres y mujeres, más allá de las diferentes naciones, lenguas, religiones o culturas.

El 8 de marzo se conmemora la lucha de un grupo de mujeres que realizaron una huelga en la fábrica textil donde trabajaban en Nueva York, en 1857, para pedir una jornada de 10 horas de trabajo e igualdad de salarios que los hombres. En respuesta a la planta ocupada, se prendió fuego al edificio y se trabaron las puertas, allí murieron las 129 trabajadoras. Este día, para honrar su memoria, fue propuesto en 1910 en un Congreso Internacional de Dinamarca, y las Naciones Unidas adhirieron su apoyo a la celebración en numerosos países.

Desde entonces se convocó a todas las naciones, que teniendo en cuenta sus tradiciones históricas, proclamen un día del año como Día de las Naciones Unidas para los Derechos de la Mujer y la Paz Internacional.

Un saludo muy especial para las hijas, madres, esposas, trabajadoras, profesionales, estudiantes y voluntarias que ayudan con su aporte al bienestar de la humanidad.

¡Feliz Día para todas las mujeres del planeta!

Publicado por: masfg | março 4, 2011

LOS CARNAVALES… O CARNAVAL…

Publicado por: masfg | dezembro 24, 2010

Feliz Natal a todos os meus alunos(a)…

“São nos pequenos gestos e atitudes do nosso dia-a-dia que devemos proporcionar o mínimo de alegria e compreensão a todos que nos cercam. Que o espírito natalino encha os nossos corações.

Feliz Natal!”

Profa. Magna Aspásia Fontenelle


                                             

Queridos Alunos.

Desejo a todos muita paz, saúde, amor e felicidades na suas vidas.

Deixe aqui uma mensagem de Natal e Ano Novo a um colega.

Beijos no seu coração e obrigada por fazerem parte de minha vida…

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